passos
Visão geral
Um passo, dentro do contexto de um fluxo na plataforma Fluid, é uma unidade individual de operação que executa uma ação específica. Ele define a lógica de negócio ou a manipulação de dados necessária para avançar no processo de integração. Passos são os elementos fundamentais de um fluxo, permitindo a criação de processos detalhados e multifacetados.

Função dos passos
Cada passo em um fluxo executa uma tarefa, como:
- Acessar um serviço web
- Processar/transformar dados
- Realizar uma consulta a um banco de dados
- Tomar uma decisão lógica para onde direcionar a execução do fluxo
- Invocar uma API externa (quando aplicável)
Os passos são encadeados para formar um fluxo coerente, onde a saída de um passo serve como entrada para o próximo, estabelecendo uma cadeia lógica de operações.
Importante: nem todo passo gera uma requisição
Com a atualização no modelo de monitoramento da plataforma, é relevante destacar que:
- Passo ≠ requisição
- Muitos tipos de passos não geram chamadas externas e, portanto, não aparecem na listagem de requisições.
- Exemplos de passos que não geram requisições: Transform, If, Wait, Loop, entre outros.
Esse design melhora a clareza e a adequação dos dados no monitoramento, eliminando ruídos causados por requisições artificiais — um avanço significativo na precisão das métricas.
Tipos de passos
A plataforma Fluid oferece diferentes tipos de passos, dependendo da complexidade e do conector utilizado:
- Passos de leitura e escrita: usados para buscar ou enviar dados em sistemas externos ou internos.
- Passos de transformação: modificam dados conforme regras ou lógica definidas.
- Passos de controle de fluxo: direcionam a execução com base em condições ou resultados, sem envolvimento externo.
Configuração dos passos
A configuração de um passo é realizada por meio da interface gráfica:
- Arraste o conector desejado para o canvas.
- Acesse a aba Propriedades.
- Defina o identificador do passo (obrigatório).
- Opcionalmente, insira um nome de visualização.
- Configure os parâmetros necessários para o comportamento do passo.
- Especifique as Conexões caso seja necessário.
- Salve as alterações.
Identificador do passo
- Deve ser único dentro do fluxo.
- Não pode conter espaços ou caracteres especiais.
- Usado internamente e em expressões dinâmicas.
- Se não definido, será exibido no lugar do nome de visualização.
Nome de visualização
- Rótulo amigável exibido na interface.
- Diferente do identificador, pode conter espaços e caracteres especiais.
- Facilita a leitura e organização dos fluxos.
- Pode ser alterado sem impactar a execução do fluxo.

Dica: dê duplo clique no nome do passo para editar os nomes, tanto Identificador (referência técnica) como nome de visualização (rótulo no Canvas).

Monitoramento e depuração
- Cada passo pode ser monitorado individualmente para identificar sucesso ou falha.
- Ferramentas e logs detalhados ajudam na resolução de problemas em tempo real.
- Agora, com a separação entre tempo do passo (processamento interno) e tempo da requisição (quando houver), é possível:
- Identificar com precisão se o gargalo está na lógica interna ou na API externa.
- Excluir requisições falsas geradas por passos que não fazem chamadas externas.
Isso proporciona maior visibilidade, eficiência e relevância ao monitoramento dos fluxos.
Importância dos passos
Passos bem configurados garantem um fluxo eficaz e eficiente, representando a lógica de negócio de forma clara e organizada. Eles são a base para automações poderosas capazes de transformar operações e promover grande valor operacional. A nova abordagem de monitoramento (separando processamento interno e chamadas externas) fortalece ainda mais essa confiança.
Saiba mais
- Para entender como funcionam as requisições e sua lógica de separação: Requisições